Auxílio emergencial tirou 5,6 milhões de crianças da extrema pobreza

A distribuição do auxílio emergencial de 600 reais durante a pandemia do novo coronavírus impediu que 5,6 milhões de crianças (de zero a 13 anos) entrassem na estatística da extrema pobreza no país, segundo análise do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

A simulação, feita pelo pesquisador Daniel Duque com base em microdados da Pnad-covid-19 do IBGE, mostra que no mês de maio 2,27 milhões de crianças viviam abaixo da linha da pobreza, o que representa 5,5% do total de pessoas dessa faixa etária.

Atualmente, é considerado em extrema pobreza aquele com renda domiciliar per capita de 1,90 dólar por dia. Para o cálculo, Duque somou as rendas familiares, incluindo o auxílio, e dividiu pelo número de moradores das casas.

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